HISTÓRIA DO SERIDÓ

Visão holandesa sobre os Tapuias (Tarairius)



Roeloff Baro em seu diário de viagem nos dá a medida da maneira pela qual o sertão habitado pelos (Tarairius) era enxergado pelos holandeses: uma territorialidade à parte, um vasto espaço que, mesmo compondo a Capitania do Rio Grande, transparecia ter linhas de demarcação, regras, pessoas e poderes próprios.

Nesse país a autoridade máxima não era o Príncipe de Orange, tampouco a própria Companhia das Índias Ocidentais, mas, o rei Janduí, figura citada com frequência nas crônicas neerlandesas e portuguesas do século XVII, em alguns casos, chamado de Nhanduí.

Desse rei partiam as prescrições religiosas, as normas de como se portar e até as alianças feitas com outras tribos indígenas, visando a sobrevivência do grupo.

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